Não são poucos os momentos em que me pego cantarolando essa música. Sempre que isso acontece, me lembro das pessoas com as quais me exercito nessa arte que é fazer amizades. Seria injusto citar um único nome. São pessoas de muitos lugares, de perto e de longe, no tempo e no espaço. São amigos recentes e amigos não tão recentes. Aqueles que vejo sempre e aqueles que, mesmo longe, num minuto de prosa a distância já é vencida. Celebro essas amizades e agradeço a todos que têm se importado comigo e têm demonstrado esse carinho de várias maneiras. Agradeço, principalmente, pelas orações em meu favor. Que Deus os abençoe sempre. Um grande e fraterno abraço.
"E assim para vós, os que credes, é preciosa, mas, para os rebeldes, a pedra que os edificadores reprovaram, essa foi a principal da esquina; (...)". I Pedro 2.7
segunda-feira, 15 de março de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Tiago 2.
2.1 Meus irmãos, vocês que crêem no nosso glorioso Senhor Jesus Cristo, nunca tratem as pessoas de modo diferente por causa da aparência delas.
2.2 Por exemplo, entra na reunião de vocês um homem com anéis de ouro e bem vestido, e entra também outro, pobre e vestindo roupas velhas.
2.3 Digamos que vocês tratam melhor o que está bem vestido e dizem: “Este é o melhor lugar; sente-se aqui”, mas dizem ao pobre: “Fique de pé” ou “Sente-se aí no chão, perto dos meus pés.”
2.4 Nesse caso vocês estão fazendo diferença entre vocês mesmos e estão se baseando em maus motivos para julgar o valor dos outros.
2.5 Escutem, meus queridos irmãos! Deus escolheu os pobres deste mundo para serem ricos na fé e para possuírem o Reino que ele prometeu aos que o amam.
2.6 No entanto, vocês desprezam os pobres. Por acaso, não são os ricos que exploram vocês e os arrastam para serem julgados nos tribunais?
2.7 São eles que falam mal do bom nome que Deus deu a vocês.
2.8 Se vocês obedecerem à lei do Reino, estarão fazendo o que devem, pois nas Escrituras Sagradas está escrito: “Ame os outros como você ama a você mesmo.”
2.9 Mas, se vocês tratam as pessoas pela aparência, estão pecando, e a lei os condena como culpados.
2.10 Porque quem quebra um só mandamento da lei é culpado de quebrar todos.
2.11 Pois o mesmo que disse: “Não cometa adultério” também disse: “Não mate”. Mesmo que você não cometa adultério, será culpado de quebrar a lei se matar.
2.12 Falem e vivam como pessoas que serão julgadas pela lei que nos dá a liberdade.
2.13 Quando Deus julgar, não terá misericórdia das pessoas que não tiveram misericórdia dos outros. Mas as pessoas que tiveram misericórdia dos outros não serão condenadas no Dia do Juízo Final.
2.14 Meus irmãos, que adianta alguém dizer que tem fé se ela não vier acompanhada de ações? Será que essa fé pode salvá-lo?
2.15 Por exemplo, pode haver irmãos ou irmãs que precisam de roupa e que não têm nada para comer.
2.16 Se vocês não lhes dão o que eles precisam para viver, não adianta nada dizer: “Que Deus os abençoe! Vistam agasalhos e comam bem.”
2.17 Portanto, a fé é assim: se não vier acompanhada de ações, é coisa morta.
2.18 Mas alguém poderá dizer: “Você tem fé, e eu tenho ações.” E eu respondo: “Então me mostre como é possível ter fé sem que ela seja acompanhada de ações. Eu vou lhe mostrar a minha fé por meio das minhas ações.”
2.19 Você crê que há somente um Deus? Ótimo! Os demônios também crêem e tremem de medo.
2.20 Seu tolo! Vou provar-lhe que a fé sem ações não vale nada.
2.21 Como é que o nosso antepassado Abraão foi aceito por Deus? Foi pelo que fez quando ofereceu o seu filho Isaque sobre o altar.
2.22 Veja como a sua fé e as suas ações agiram juntas. Por meio das suas ações, a sua fé se tornou completa.
2.23 Assim aconteceu o que as Escrituras Sagradas dizem: “Abraão creu em Deus, e por isso Deus o aceitou.” E Abraão foi chamado de “amigo de Deus”.
2.24 Assim, vocês vêem que a pessoa é aceita por Deus por meio das suas ações e não somente pela fé.
2.25 Foi o que aconteceu com a prostituta Raabe, quando hospedou os espiões israelitas e os ajudou a sair da cidade por outro caminho. Deus a aceitou pelo que ela fez.
2.26 Portanto, assim como o corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem ações está morta.
(De acordo com a Nova Tradução na Linguagem de Hoje - SBB).
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Unidade na diversidade.
Fico impressionado com a capacidade que as pessoas têm de deixar de lado rixas históricas em nome de uma paixão em comum. Na história do futebol, por exemplo, temos várias situações que nos mostram esta realidade. O Santos de Pelé parou conflitos na África, a Seleção Brasileira trouxe uma trégua ao Haiti, os Estados Unidos enfrentaram o velho inimigo Irã em uma Copa do Mundo – os exemplos são muitos.
Nesta semana eu vi na televisão uma propaganda interessante. Nela aparecem dois meninos, um israelense e um palestino. Separados por anos e anos de ódio entre os seus povos, têm em comum o fato de estarem usando a camisa da seleção brasileira. Este fato, por si só, fez com que houvesse uma empatia entre eles. Ambos são apaixonados por futebol, no caso, o melhor futebol do mundo. Movidos por esta paixão, deixam o ódio de lado e começam a trocar passes e a brincar com uma bola.
A Bíblia nos fala de outra paixão que derrubou barreiras entre os seres humanos, a paixão de Cristo. É claro que não há comparação entre uma coisa e outra. Mas o apóstolo Paulo, falando sobre a separação existente entre judeus e gentios, declara: “Pela sua morte na cruz, Cristo destruiu a inimizade que havia entre os dois povos. Por meio da cruz, ele os uniu em um só corpo e os levou de volta para Deus.” (Efésios 2.16). E não são apenas as barreiras nacionais e étnicas que devem cair por terra. Toda e qualquer razão que possa trazer desunião entre os seres humanos deve ser vista sob o prisma do sacrifício de Jesus.
Mesmo considerando o fato de sermos irmãos em Cristo Jesus e estarmos unidos em um só corpo, que é a Igreja, há diversidades culturais, de pensamentos, vivências e diferença de opinião entre nós acerca de vários assuntos. Porém, essa diversidade não pode nos separar uns dos outros. Em outro texto, o mesmo Paulo diz: “Desse modo não existe diferença entre judeus e não-judeus, entre escravos e pessoas livres, entre homens e mulheres: todos vocês são um só por estarem unidos com Cristo Jesus.” (Gálatas 3.28).
Precisamos ter a maturidade de separar as pessoas daquilo que elas pensam. Se até o mundo consegue enxergar isso e usa o futebol para ensinar conceitos como a fraternidade, tolerância e respeito entre as pessoas, muito mais nós, que conhecemos a verdade do Evangelho, devemos basear as nossas relações no amor do Pai revelado em Jesus. Podemos até divergir no campo das idéias, mas não podemos permitir que isso azede o nosso relacionamento como irmãos. Que Deus nos ajude a cada dia para que possamos compreender e, sobretudo, viver com base naquilo que Ele mesmo nos revela na Sua Palavra.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Ajude o povo do Haiti através da Visão Mundial.
(foto tirada por Daniel Morel/AFP)
Considerando-se a extrema necessidade que aquelas pessoas têm de receber ajuda, sugiro que esta seja dada através de uma organização séria, que está atuando no Brasil já há muitos anos e que está recolhendo doações para o Haiti. Trata-se da Visão Mundial. Clique aqui e faça a sua doação. Você também poderá conhecer outros projetos de ajuda desenvolvidos por esta ong e ajudar mensalmente.
Caso não esteja conseguindo abrir a página de doações, entre no site da Visão Mundial clicando aqui.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
A morte do outros e a morte dos nossos.
Gente morre o tempo todo. Em média, morrem cento e vinte pessoas a cada minuto no mundo. Os noticiários falam mais de morte do que de vida. Desastres de toda sorte ceifam as vidas das pessoas num instante. Assistimos isso acontecendo mundo afora e já estamos até petrificados diante de tantos acontecimentos ruins. Encaramos as tragédias com muita naturalidade, pois acontecem distantes de nós. Essa é a morte dos outros.
Mas, como que para lembrar que ainda somos humanos, tem a morte dos nossos. Morte que faz com que sintamos a dor mais terrível que alguém pode sentir, a dor da alma. Dor que Max Lucado chama de 'a névoa do coração partido'. Dor que rasga o nosso peito e que nos sufoca numa agonia sem fim. A dor do vazio deixado por alguém que tanto amamos. A dor de saber que esta pessoa nunca mais entrará casa adentro com aquele sorriso radiante nos lábios. Essa é a morte dos nossos.
Essa semana começou de maneira trágica para nós. Uma família de irmãos em Cristo, membros da Igreja Batista de Vila Antunes, perdeu um rapaz de dezessete anos, o Felipe. Já expressei meus sentimentos no velório e no sepultamento. Mas quero expressar nesse espaço a minha solidariedade para com os pais, Damião e Erenilda, seu irmãozinho Gustavo e para com os seus avós, tios, primos e amigos por este acontecimento tão infeliz. Nada, absolutamente nada que possamos fazer ou dizer poderá aplacar a dor de seus corações. Apenas colocarmos as suas vidas em oração diante do nosso Pai celeste, o Deus de todo o conforto, para que Ele cuide dos seus corações.
Num certo sentido, a morte dos outros sempre será a morte dos nossos e vice-versa. Por isso é que a solidariedade entre nós é tão importante. Por isso é que jamais poderemos deixar de ter compaixão uns pelos outros. Não se esqueça de orar por esses irmãos.
Mas, como que para lembrar que ainda somos humanos, tem a morte dos nossos. Morte que faz com que sintamos a dor mais terrível que alguém pode sentir, a dor da alma. Dor que Max Lucado chama de 'a névoa do coração partido'. Dor que rasga o nosso peito e que nos sufoca numa agonia sem fim. A dor do vazio deixado por alguém que tanto amamos. A dor de saber que esta pessoa nunca mais entrará casa adentro com aquele sorriso radiante nos lábios. Essa é a morte dos nossos.
Essa semana começou de maneira trágica para nós. Uma família de irmãos em Cristo, membros da Igreja Batista de Vila Antunes, perdeu um rapaz de dezessete anos, o Felipe. Já expressei meus sentimentos no velório e no sepultamento. Mas quero expressar nesse espaço a minha solidariedade para com os pais, Damião e Erenilda, seu irmãozinho Gustavo e para com os seus avós, tios, primos e amigos por este acontecimento tão infeliz. Nada, absolutamente nada que possamos fazer ou dizer poderá aplacar a dor de seus corações. Apenas colocarmos as suas vidas em oração diante do nosso Pai celeste, o Deus de todo o conforto, para que Ele cuide dos seus corações.
Num certo sentido, a morte dos outros sempre será a morte dos nossos e vice-versa. Por isso é que a solidariedade entre nós é tão importante. Por isso é que jamais poderemos deixar de ter compaixão uns pelos outros. Não se esqueça de orar por esses irmãos.
domingo, 3 de janeiro de 2010
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Adeus ano velho. E aí, ano novo?!
Estou meu quarto ouvindo o barulho dos fogos. Um ou outro festeiro mais ousado - ou mais 'mamado'! - arrisca a soltar fogos, mesmo debaixo de chuva. Aparentemente estão todos felizes e cheios de esperança.
Gostaria de ter o otimismo de alguns e estar tão feliz e tão esperançoso quanto outros. Não é o caso. Felizmente 2009 já está indo embora. Foi um ano muito difícil.
Não fosse a esperança que tenho em Cristo Jesus e a certeza de que, com Ele, mesmo as situações mais adversas podem servir de bênçãos nas nossas vidas, consideraria essa passagem de ano apenas e tão somente como mais uma virada no calendário.
Apesar de saber que quase nada vai mudar, desejo um ano novo de bênçãos para todos. Somente com as bênçãos do Senhor Jesus é que conseguiremos vencer mais um ano. Somente na vivência do Evangelho é que poderemos ter um ano que valha a pena.
Que sigamos a orientação bíblica da partilha solidária e que se cumpra entre nós o desejo do apóstolo Paulo para a igreja de Corinto: "Não estou querendo aliviar os outros e pôr um peso sobre vocês. Já que agora vocês têm bastante, é justo que ajudem os que estão necessitados. Em alguma outra ocasião, se vocês precisarem, e eles tiverem bastante, aí eles poderão ajudá-los. Assim todos são tratados com igualdade. Como dizem as Escrituras Sagradas: "Ao que muito pegou, nada sobrou; ao que pouco pegou, nada faltou." (II Coríntios 8. 13-15 NTLH).
Que nos esforcemos para buscar ao Senhor em todas as coisas e que saibamos entender e viver os planos Dele para nós.
Um forte e fraterno abraço para todos.
Em Cristo.
Pr. Joel Jr.
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
O natal de Maria.
"A coisa toda se estreita cada vez mais, até que afinal pára num pequeno ponto, pequeno como a ponta de uma espada – uma moça judia em oração". C. S. Lewis.
Sempre que chega esta época de Natal os meus pensamentos se voltam para este acontecimento maravilhoso e eu tendo a me concentrar muito mais na figura daquela adolescente pobre do que propriamente na do menino Jesus. Maria exerce um fascínio sobre mim. Você já parou pra pensar em como ela se sentiu quando aquele bebezinho no seu ventre começou a chutar contra as paredes do seu útero? Qual teria sido a reação dos pais dela? Será que, conforme questiona Philip Yancey em seu espetacular livro "O Jesus que eu nunca conheci", reagiram como muitos pais de jovens não casados de hoje, com uma explosão de fúria moral seguida de um período de silêncio sombrio pelo menos até que finalmente chegue o recém-nascido de olhos brilhantes para quebrar o gelo e criar uma pequena trégua familiar?" Você já conseguiu imaginar todas as humilhações e dificuldades que aquela situação causou para Maria, José e suas famílias? Tente imaginar todas as explicações que tiveram que dar.
"Sem dúvida", diz Malcolm Muggeridge, "em nossos dias seria extremamente improvável, sob as condições existentes, que Jesus tivesse permissão de nascer, pelo menos. A gravidez de Maria, nas desagradáveis circunstâncias, e com pai desconhecido, teria sido um caso de aborto; e sua conversa de ter concebido pelo Espírito Santo teria exigido tratamento psiquiátrico, tornando o argumento a favor da interrupção da gravidez ainda mais forte. Assim, a nossa geração, precisando de um Salvador, talvez mais do que qualquer outra que já existiu, seria humana demais para permitir que ele nascesse".
Apesar de ter ficado grandemente perturbada e de ter tido medo com o aparecimento do anjo que anunciou que ela seria mãe do Filho do Altíssimo cujo reino não teria fim, e, após ter ouvido e analisado a repercussão de todo aquele acontecimento, Maria respondeu: "Eu sou a serva do Senhor. Cumpra-se em mim segundo a tua palavra".
Maria entendeu que a obra do Senhor freqüentemente pode ser comparada a uma faca de dois gumes: com grandes alegrias e grandes sofrimentos e ela abraçou os dois. Ela foi a primeira pessoa a aceitar Jesus com todas as suas condições, apesar do custo pessoal que isso implicaria. Por isso, não é difícil de entender a idolatria que se formou em torno da sua figura no decorrer da história do cristianismo. As pessoas aceitam mais facilmente a história de uma virgem que concebeu um lindo bebezinho do que a história subjacente ao Natal: a de que aquele lindo bebezinho iria crescer para ser executado em favor da humanidade.
Tem uma canção chamada "Memórias", que o músico evangélico João Alexandre gravou. A letra foi escrita como se a própria Maria estivesse rememorando os momentos da sua vida familiar com o Filho de Deus, desde o seu nascimento até o momento em que ela o viu se esvaindo em sangue na cruz do Calvário. Gosto, particularmente da parte que diz assim: "Hoje eu entendo as palavras do anjo quando ele disse o teu nome. Tu és a tão esperada promessa, o Deus do céu entre nós. És do teu povo o libertador, tu és o meu salvador e o Cordeiro de Deus. E pensar que algum dia te embalei nos meus braços, Jesus!" Um primor de letra que demonstra toda a sensibilidade de quem a escreveu. Tente imaginar a reação de Maria quando ouviu de José o relato do sonho que ele tivera em que um anjo lhe aparecera para dizer que o menino corria perigo e que eles deveriam se refugiar no Egito. Imagine o desespero de uma mãe que sabe que o seu filhinho tão querido, que não tinha nem dois anos de idade, corria perigo. É por esses e por outros motivos que Maria me encanta tanto.
Entendo que esta é uma época de luzes, enfeites e música. Entendo também que é praticamente impossível ignorar todo esta disposição das pessoas em viver o amor e a bondade. Sei do desejo de muitos de viverem um momento de paz familiar, nem que seja apenas por um dia. Mas será que isso é suficiente? Penso que não, pois o Natal não trata disso. Não o verdadeiro Natal. Creio que, se Maria pudesse ver tudo o que está acontecendo no mundo nestes dias, ficaria horrorizada. Talvez dissesse: "Mas não foi por isso que o meu bebê nasceu!".
As pessoas precisam entender que a verdadeira história do Natal tem o seu início na eternidade, no momento em que Jesus ofereceu a si mesmo como sacrifício, para que através da sua encarnação, seu ministério e, sobretudo, sua morte e ressurreição o pecador perdido pudesse viver novamente em comunhão com o Pai. Aqui na Terra a verdadeira história do Natal começou em Belém, passou pelo Calvário e continua a acontecer na vida de cada pessoa que, assim como a jovem Maria, recebe Jesus como único e suficiente Salvador e Senhor e aceita todas as implicações que esta decisão acarreta.
Que nas saudações natalinas que você vai trocar com outras pessoas possa acontecer contigo o que aconteceu entre Maria e sua prima Isabel: "Alguns dias depois, Maria se aprontou e foi depressa para uma cidade que ficava na região montanhosa da Judéia. Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança se mexeu na barriga dela. Então, cheia do poder do Espírito Santo, Isabel disse bem alto: — Você é a mais abençoada de todas as mulheres, e a criança que você vai ter é abençoada também!". (Lc 1. 39-43). Veja que saudação maravilhosa: "você é mais abençoada (bendita) de todas as mulheres (...). A criança é abençoada também (bendito)". A nossa saudação nesta época precisa estar carregada do verdadeiro sentido do Natal: "Cristo em vós, a esperança da glória".
Que seus amigos, parentes, vizinhos e conhecidos possam perceber na sua voz, palavras e olhar que Cristo não apenas nasceu. Que todos quantos o conhecerem possam perceber que Cristo vive e reina na sua vida.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Não quero ser apóstolo!
_012.jpg)
Ricardo Gondim Rodrigues
Os pastores possuem um fino senso de humor. Muitas vezes, reúnem-se e contam casos folclóricos, descrevem tipos pitorescos e narram suas próprias gafes. Riem de si mesmos e procuram extravasar na gargalhada as tensões que pesam sobre os seus ombros. Ultimamente, fazem-se piadas dos títulos que os líderes estão conferindo a si próprios. É que está havendo uma certa, digamos, volúpia em pastores se promoverem a bispos e apóstolos. Numa reunião, diz a anedota, um perguntou ao outro: “Você já é apóstolo?” O outro teria respondido: “Não, e nem quero. Meu desejo agora é ser semi-deus”. Apóstolo agora está virando arroz de festa e meu ministério é tão especial que somente este título cabe a mim”. Um outro chiste que corre entre os pastores é que se no livro do Apocalipse o anjo da igreja é um pastor, logo, aquele que desenvolve um ministério apostólico seria um “arcanjo”.
Já decidi! Não quero ser apóstolo! O pouco que conheço sobre mim mesmo faz-me admitir, sem falsa humildade, que não eu teria condições espirituais de ser um deles. Além disso, não quero que minha ambição por sucesso ou prestígio, que é pecado, se transforme em choça.
Admito que os apóstolos constam entre os cinco ministérios locais descritos pelo apóstolo Paulo em Efésios 4.11. Não há como negar que os apóstolos foram estabelecidos por Deus em primeiro lugar, antes dos profetas, mestres, operadores de milagres, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. Mas, resigno-me contente à minha simples posição de pastor. Já que nem todos são apóstolos, nem todos profetas, nem todos mestres ou operadores de milagres, como consta na epístola aos Coríntios 12.29, parece não haver demérito em ser um mero obreiro.
Meus parcos conhecimentos do grego não me permitem grandes aventuras léxicas. Mas qualquer dicionário teológico serve para ajudar a entender o sentido neotestamentário do verbete “apóstolo” ou “apostolado”. Usemos a Enciclopédia Histórico-Teológico da Igreja Cristã, das Edições Vida Nova: “O uso bíblico do termo “apóstolo” é quase inteiramente limitado ao NT, onde ocorre setenta e nove vezes; dez vezes nos evangelhos, vinte e oito em Atos, trinta e oito nas epístolas e três no Apocalipse. Nossa palavra em Português, é uma transliteração da palavra grega apostolos, que é derivada de apostellein, enviar. Embora várias palavras com o significado de enviar sejam usadas no NT, expressando idéias como despachar, soltar, ou mandar embora, apostellein enfatiza os elementos da comissão – a autoridade de quem envia e a responsabilidade diante deste. Portanto, a rigor, um apóstolo é alguém enviado numa missão específica, na qual age com plena autoridade em favor de quem o enviou, e que presta contas a este”.
Jesus foi chamado de apóstolo em Hebreus 3.1. Ele falava os oráculos de Deus. Os doze discípulos mais próximos de Jesus, também receberam esse título. O número de apóstolos parecia fixo, porque fazia um paralelismo com as doze tribos de Israel. Jesus se referia a apenas doze tronos na era vindoura (Mateus 19.28; cf Ap 21.14). Depois da queda de Judas, e para que se cumprisse uma profecia, ao que parece, a igreja sentiu-se obrigada, no primeiro capítulo de Atos, a preencher esse número. Mas na história da igreja, não se tem conhecimento de esforços para selecionar novos apóstolos para suceder àqueles que morreram (Atos12.2). As exigências para que alguém se qualificasse ao apostolado, com o passar do tempo, não podiam mais se cumprir: “É necessário, pois, que, dos homens que nos acompanharam todo o tempo que o Senhor Jesus andou entre nós, começando no batismo de João, até ao dia em que dentre nós foi levado às alturas, um destes se torne testemunha conosco da sua ressurreição” (Atos 2.21-22).
Portanto, alguns dos melhores exegetas do Novo Testamento concordam que as listas ministeriais de I Coríntios 12 e Efésios 4 referem-se exclusivamente aos primeiros e não a novos apóstolo.
Há, entretanto, a peculiaridade do apostolado de Paulo. Uma exceção que confirma a regra. Na defesa de seu apostolado em I Coríntios 15.9, ele afirmou que foi testemunha da ressurreição (vira o Senhor na estrada de Damasco), mas reconhecia que era um abortivo (nascido fora de tempo). “Porque sou o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus” (15.10). O testemunho de mais de dois mil anos de história é que os apóstolos foram somente aqueles doze homens que andaram com Jesus e foram comissionados por ele para serem as colunas da igreja, comunidade espiritual de Deus.
O que preocupa nos apóstolos pós-modernos é ainda mais grave. Tem a ver com a nossa natureza que cobiça o poder, que se encanta com títulos e que fez do sucesso uma filosofia ministerial. Há uma corrida frenética acontecendo nas igrejas de quem é o maior, quem está na vanguarda da revelação do Espírito Santo e quem ostenta a unção mais eficaz. Tanto que os que se afoitam ao título de apóstolo são os líderes de ministérios de grande visibilidade e que conseguem mobilizar enormes multidões. Possuem um perfil carismático, sabem lidar com massas e, infelizmente, são ricos.
Não quero ser um apóstolo porque não desejo a vanguarda da revelação. Desejo ser fiel ao leito principal do cristianismo histórico. Não quero uma nova revelação que tenha sido desapercebida de Paulo, Pedro, Tiago ou Judas. Não quero ser apóstolo porque não quero me distanciar dos pastores simples, dos missionários sem glamour, das mulheres que oram nos círculos de oração e dos santos homens que me precederam e que não conheceram as tentações dos mega eventos, do culto espetáculo e da vã-glória da fama. Não quero ser apóstolo, porque não acho que precisemos de títulos para fazer a obra de Deus, especialmente quando eles nos conferem estatus. Aliás, estou disposto, inclusive a abrir mão de ser chamado, pastor, se isso representar uma graduação e não uma vocação ao serviço.
Não desdenho as pessoas, sinto apenas um enorme pesar em perceber que a ambiência evangélica conspira para que homens de Deus sintam-se tão atraídos a ostentação de títulos, cargos e posições. Embriagados com a exuberância de suas próprias palavras, crentes que são especiais, aceitam os aplausos que vêm dos homens e se esquecem que não foi esse o espírito que norteou o ministério de Jesus de Nazaré.
Ele nos ensinou a não cobiçar títulos e a não aceitar as lisonjas humanas. Quando um jovem rico o saudou com um “Bom Mestre”, rejeitou a interpelação: “Porque me chamas bom? Ninguém é bom senão um, que é Deus” (Mc 10.17-18). A mãe de Tiago e João pediu um lugar especial para os seus filhos. Jesus aproveitou o mal estar causado, para ensinar: “Sabeis que os governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles. Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo; tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos” (Mateus 20.25-28).
Os pastores estão se esquecendo do principal. Não fomos chamados para termos ministérios bem sucedidos, mas para continuarmos o ministério de Jesus, amigo dos pecadores, compassivo com os pobres e identificado com as dores das viúvas e dos órfãos. Ser pastor não é acumular conquistas acadêmicas, não é conhecer políticos poderosos, não é ser um gerente de grandes empresas religiosas, não é pertencer aos altos graus das hierarquias religiosas. Pastorear é conhecer e vivenciar a intimidade de Deus com integridade. Pastorear é caminhar ao lado da família que acaba de enterrar um filho prematuramente e que precisa experimentar o consolo do Espírito Santo. Pastorear é ser fiel à todo o conselho de Deus; é ensinar ao povo a meditar na Palavra de Deus. Ser pastor é amar os perdidos com o mesmo amor com que Deus os ama.
Pastores, não queiram ser apóstolos, mas busquem o secreto da oração. Não ambicionem ter mega igrejas, busquem ser achados despenseiros fieis dos mistérios de Deus. Não se encantem com o brilho deste mundo, busquem ser apenas serviçais. Não alicercem seus ministérios sobre o ineditismo, busquem manejar bem a palavra da verdade; aquela mesma que Timóteo ouviu de Paulo e que deveria transmitir a homens fieis e idôneos que por sua vez instruiriam a outros. Pastores, não permitam que os seus cultos se transformem em shows. Não alimentem a natureza terrena e pecaminosa das pessoas, preguem a mensagem do Calvário.
Santo Agostinho afirmou: “O orgulho transformou anjos em demônios”. Se quisermos nos parecer com Jesus, sigamos o conselho de Paulo aos filipenses: “Tende o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (2.5-8).
Soli Deo Gloria
Os pastores possuem um fino senso de humor. Muitas vezes, reúnem-se e contam casos folclóricos, descrevem tipos pitorescos e narram suas próprias gafes. Riem de si mesmos e procuram extravasar na gargalhada as tensões que pesam sobre os seus ombros. Ultimamente, fazem-se piadas dos títulos que os líderes estão conferindo a si próprios. É que está havendo uma certa, digamos, volúpia em pastores se promoverem a bispos e apóstolos. Numa reunião, diz a anedota, um perguntou ao outro: “Você já é apóstolo?” O outro teria respondido: “Não, e nem quero. Meu desejo agora é ser semi-deus”. Apóstolo agora está virando arroz de festa e meu ministério é tão especial que somente este título cabe a mim”. Um outro chiste que corre entre os pastores é que se no livro do Apocalipse o anjo da igreja é um pastor, logo, aquele que desenvolve um ministério apostólico seria um “arcanjo”.
Já decidi! Não quero ser apóstolo! O pouco que conheço sobre mim mesmo faz-me admitir, sem falsa humildade, que não eu teria condições espirituais de ser um deles. Além disso, não quero que minha ambição por sucesso ou prestígio, que é pecado, se transforme em choça.
Admito que os apóstolos constam entre os cinco ministérios locais descritos pelo apóstolo Paulo em Efésios 4.11. Não há como negar que os apóstolos foram estabelecidos por Deus em primeiro lugar, antes dos profetas, mestres, operadores de milagres, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. Mas, resigno-me contente à minha simples posição de pastor. Já que nem todos são apóstolos, nem todos profetas, nem todos mestres ou operadores de milagres, como consta na epístola aos Coríntios 12.29, parece não haver demérito em ser um mero obreiro.
Meus parcos conhecimentos do grego não me permitem grandes aventuras léxicas. Mas qualquer dicionário teológico serve para ajudar a entender o sentido neotestamentário do verbete “apóstolo” ou “apostolado”. Usemos a Enciclopédia Histórico-Teológico da Igreja Cristã, das Edições Vida Nova: “O uso bíblico do termo “apóstolo” é quase inteiramente limitado ao NT, onde ocorre setenta e nove vezes; dez vezes nos evangelhos, vinte e oito em Atos, trinta e oito nas epístolas e três no Apocalipse. Nossa palavra em Português, é uma transliteração da palavra grega apostolos, que é derivada de apostellein, enviar. Embora várias palavras com o significado de enviar sejam usadas no NT, expressando idéias como despachar, soltar, ou mandar embora, apostellein enfatiza os elementos da comissão – a autoridade de quem envia e a responsabilidade diante deste. Portanto, a rigor, um apóstolo é alguém enviado numa missão específica, na qual age com plena autoridade em favor de quem o enviou, e que presta contas a este”.
Jesus foi chamado de apóstolo em Hebreus 3.1. Ele falava os oráculos de Deus. Os doze discípulos mais próximos de Jesus, também receberam esse título. O número de apóstolos parecia fixo, porque fazia um paralelismo com as doze tribos de Israel. Jesus se referia a apenas doze tronos na era vindoura (Mateus 19.28; cf Ap 21.14). Depois da queda de Judas, e para que se cumprisse uma profecia, ao que parece, a igreja sentiu-se obrigada, no primeiro capítulo de Atos, a preencher esse número. Mas na história da igreja, não se tem conhecimento de esforços para selecionar novos apóstolos para suceder àqueles que morreram (Atos12.2). As exigências para que alguém se qualificasse ao apostolado, com o passar do tempo, não podiam mais se cumprir: “É necessário, pois, que, dos homens que nos acompanharam todo o tempo que o Senhor Jesus andou entre nós, começando no batismo de João, até ao dia em que dentre nós foi levado às alturas, um destes se torne testemunha conosco da sua ressurreição” (Atos 2.21-22).
Portanto, alguns dos melhores exegetas do Novo Testamento concordam que as listas ministeriais de I Coríntios 12 e Efésios 4 referem-se exclusivamente aos primeiros e não a novos apóstolo.
Há, entretanto, a peculiaridade do apostolado de Paulo. Uma exceção que confirma a regra. Na defesa de seu apostolado em I Coríntios 15.9, ele afirmou que foi testemunha da ressurreição (vira o Senhor na estrada de Damasco), mas reconhecia que era um abortivo (nascido fora de tempo). “Porque sou o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus” (15.10). O testemunho de mais de dois mil anos de história é que os apóstolos foram somente aqueles doze homens que andaram com Jesus e foram comissionados por ele para serem as colunas da igreja, comunidade espiritual de Deus.
O que preocupa nos apóstolos pós-modernos é ainda mais grave. Tem a ver com a nossa natureza que cobiça o poder, que se encanta com títulos e que fez do sucesso uma filosofia ministerial. Há uma corrida frenética acontecendo nas igrejas de quem é o maior, quem está na vanguarda da revelação do Espírito Santo e quem ostenta a unção mais eficaz. Tanto que os que se afoitam ao título de apóstolo são os líderes de ministérios de grande visibilidade e que conseguem mobilizar enormes multidões. Possuem um perfil carismático, sabem lidar com massas e, infelizmente, são ricos.
Não quero ser um apóstolo porque não desejo a vanguarda da revelação. Desejo ser fiel ao leito principal do cristianismo histórico. Não quero uma nova revelação que tenha sido desapercebida de Paulo, Pedro, Tiago ou Judas. Não quero ser apóstolo porque não quero me distanciar dos pastores simples, dos missionários sem glamour, das mulheres que oram nos círculos de oração e dos santos homens que me precederam e que não conheceram as tentações dos mega eventos, do culto espetáculo e da vã-glória da fama. Não quero ser apóstolo, porque não acho que precisemos de títulos para fazer a obra de Deus, especialmente quando eles nos conferem estatus. Aliás, estou disposto, inclusive a abrir mão de ser chamado, pastor, se isso representar uma graduação e não uma vocação ao serviço.
Não desdenho as pessoas, sinto apenas um enorme pesar em perceber que a ambiência evangélica conspira para que homens de Deus sintam-se tão atraídos a ostentação de títulos, cargos e posições. Embriagados com a exuberância de suas próprias palavras, crentes que são especiais, aceitam os aplausos que vêm dos homens e se esquecem que não foi esse o espírito que norteou o ministério de Jesus de Nazaré.
Ele nos ensinou a não cobiçar títulos e a não aceitar as lisonjas humanas. Quando um jovem rico o saudou com um “Bom Mestre”, rejeitou a interpelação: “Porque me chamas bom? Ninguém é bom senão um, que é Deus” (Mc 10.17-18). A mãe de Tiago e João pediu um lugar especial para os seus filhos. Jesus aproveitou o mal estar causado, para ensinar: “Sabeis que os governadores dos povos os dominam e que os maiorais exercem autoridade sobre eles. Não é assim entre vós; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso servo; tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos” (Mateus 20.25-28).
Os pastores estão se esquecendo do principal. Não fomos chamados para termos ministérios bem sucedidos, mas para continuarmos o ministério de Jesus, amigo dos pecadores, compassivo com os pobres e identificado com as dores das viúvas e dos órfãos. Ser pastor não é acumular conquistas acadêmicas, não é conhecer políticos poderosos, não é ser um gerente de grandes empresas religiosas, não é pertencer aos altos graus das hierarquias religiosas. Pastorear é conhecer e vivenciar a intimidade de Deus com integridade. Pastorear é caminhar ao lado da família que acaba de enterrar um filho prematuramente e que precisa experimentar o consolo do Espírito Santo. Pastorear é ser fiel à todo o conselho de Deus; é ensinar ao povo a meditar na Palavra de Deus. Ser pastor é amar os perdidos com o mesmo amor com que Deus os ama.
Pastores, não queiram ser apóstolos, mas busquem o secreto da oração. Não ambicionem ter mega igrejas, busquem ser achados despenseiros fieis dos mistérios de Deus. Não se encantem com o brilho deste mundo, busquem ser apenas serviçais. Não alicercem seus ministérios sobre o ineditismo, busquem manejar bem a palavra da verdade; aquela mesma que Timóteo ouviu de Paulo e que deveria transmitir a homens fieis e idôneos que por sua vez instruiriam a outros. Pastores, não permitam que os seus cultos se transformem em shows. Não alimentem a natureza terrena e pecaminosa das pessoas, preguem a mensagem do Calvário.
Santo Agostinho afirmou: “O orgulho transformou anjos em demônios”. Se quisermos nos parecer com Jesus, sigamos o conselho de Paulo aos filipenses: “Tende o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz” (2.5-8).
Soli Deo Gloria
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
I'll fly away.
E não é que os velhinhos até balançam a cabeça e batem palmas!? Também! Pudera, né? Conheci esse pessoal hoje num post do Paulo Brabo, do Bacia das Almas. Os tiozinhos do New Orleans Delight e a Marilyn Keller montaram uma tenda na Suécia e mandaram ver no jazz gospel. Muito legal.
É notório para aqueles que costumam perder tempo com algumas de minhas bobagens neste blog o meu gosto por versões. I'll fly away é uma daquelas que já foram gravadas por dezenas de bons intérpretes da música americana. Veja essa versão do impagável Johnny Cash. Detalhe: olha o 'naipe' do uniforme dos coristas e a dancinha esquisita deles. Um barato. Mas isso não tira o brilho da interpretação.
Assinar:
Postagens (Atom)